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Sunday 23rd of November 2014

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Liberdade Religiosa - 7º Ano A - Nº 6, 16, 32 e 36 PDF Imprimir E-mail

Definição

A liberdade de religião e de opinião é considerada por muitos como um direito humano fundamental. A liberdade de religião inclui ainda a liberdade de não seguir qualquer religião, ou mesmo de não ter opinião sobre a existência ou não de Deus (ateísmo e agnosticismo).

A Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada pelos 58 estados membros conjunto das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, no Palais de Chaillot em Paris, (França), definia a liberdade de religião e de opinião no seu artigo 18:
Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observâcia, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.


Histórias - Contos - Fábulas

A vida humana é um mecanismo de escolha, preferência e adiamento. Qualquer escolha é também uma exclusão.
(Julián Marías)

Quem, em nome da liberdade, renuncia a ser aquilo que devia ser, já se matou em vida: é um suicida de pé. A sua existência consistirá numa perpétua fuga da única realidade que era possível.
(José Ortega y Gasset)


Poesias - Poemas - Músicas

Qualquer dia eu pego a estrada
Sem destino, sem parada
Peito aberto, chuva ou sol
De noite ou madrugada
Vou por onde o vento me tocar
Vou soltar as asas pra voar
Liberdade, liberdade pra sonhar

Solidão não vai impedir
Tenho mil razões para sorrir
Liberdade, liberdade pra seguir
Os sonhos que sonhei pra mim

Sonhei, assim ninguém sonhou, sonhei
Como ninguém amou, amei, amei, amei
Sonhei, assim ninguém sonhou, sonhei
Como ninguém amou, amei, amei, amei

Qualquer dia eu pego a estrada
Sem destino, sem parada
Peito aberto, chuva ou sol
De noite ou madrugada

Vou por onde o vento me tocar
Vou soltar as asas pra voar
Liberdade, liberdade pra sonhar

Solidão não vai impedir
Tenho mil razões para sorrir
Liberdade, liberdade pra seguir
Os sonhos que sonhei pra mim

Sonhei, assim ninguém sonhou, sonhei
Como ninguém amou, amei, amei, amei
Sonhei, assim ninguém sonhou, sonhei
Como ninguém amou, amei, amei, amei

ZEZÉ DI CAMARGO E LUCIANO


Notícias

 

Os principais jornais dos Estados Unidos destacaram em suas versões online a escolha de Barack Obama para a edição 2009 do Prêmio Nobel da Paz. Em menos de um ano, é a segunda vez que o atual líder americano faz história. Em janeiro tomou posse como o primeiro presidente negro do país. Agora, se torna apenas o terceiro mandatário dos Estados Unidos a vencer o principal prêmio do Instituto Nobel, com na Noruega.

Foi exatamente dessa forma que o Chicago Tribune, o principal jornal da cidade de Obama, destacou a notícia de hoje: com a manchete "Obama vence o Nobel da Paz" sob uma foto que mostra Obama entre Theodore Roosevelt, que venceu em 1906, e Woodrow Wilson, em 1919. O texto destaca a preferência de Obama pela diplomacia ao invés do confronto, oferecendo a "um mundo cético uma possibilidade de entendimento mútuo".

O The New York Times, um dos principais jornais do país, destacou a surpresa que foi Obama desbancar outros candidatos favoritos, como a senadora colombiana Piedad Córdoba. "Em uma surpresa, Nobel da Paz vai para Obama pela diplomacia", foi a manchete do diário. O texto citou as palavras do próprio comitê responsável pela premiação. Obama levou o prêmio "por seu extraordinário esforço pela diplomacia internacional".

Assim como o New York Times, o Los Angeles Times também deu atenção em sua manchete para a surpresa que marcou a vitória de Obama. O texto destaca o fato irônico de o presidente ganhar o Nobel da Paz justamente quando ele recém havia sido aconselhado a aumentar o número de tropas americanas no Afeganistão, "uma guerra que já tem oito anos". Cita também a possibilidade de que a saída das tropas do Iraque seja adiada.

 


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